terça-feira, 30 de setembro de 2008

A consciência do voto.


Em época de eleição, nunca é demais falar sobre a importância do voto e o papel do eleitor. Afinal, numa democracia – como é o caso do Brasil – o voto é de suma importância, além de um direito por nós conquistado, um dever de todos como cidadãos e uma chance de mudar – para melhor – nosso município, estado e país.

Através do voto, podemos eleger representantes que irão fazer e executar leis que interferirão positivamente ou negativamente em nossa vida. Por isso eleger um péssimo governante pode significar uma queda na qualidade de vida que levamos. Uma vez que, são eles que gerenciam o dinheiro público e decidem a melhor maneira de investi-lo em melhorias para o bem da cidade ou do país.

É muito importante estar sempre acompanhando com atenção tudo o que ocorre no país em que vivemos. Devemos ser conscientes de que um voto faz SIM a diferença, e que não importa o preço que ofereçam, o voto não pode ser vendido ou comprado. Por isso, não devemos anular o voto ou votar em qualquer candidato apenas por votar.

É preciso, antes de tudo, ver as propostas que este tem a oferecer, se envolver em sua campanha e cobrar quando preciso melhorias que foram prometidas. Caso o político seja candidato à reeleição devemos rever as melhorias que fez em seu mandato vale a pena repetir o voto.

O voto é um direito nosso como cidadão e é dever votar de forma consciente em favor do bem publico, pois um voto ruim, pode trazer conseqüências negativas para o futuro do nosso país.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Avaliação

Qual é a verdadeira função da avaliação na escola? Possui a mesma função tanto para o aluno quanto para o professor?
É natural a maior parte das pessoas possuírem um conceito negativo sobre avaliação. Afinal, muitos professores atribuem a ela uma forma de castigo, para alunos desobedientes. A função da avaliação na escola não deve ser a de observar criticamente o desempenho do aluno em uma situação passada, e sim, ajudar a interferir ativamente em uma situação em curso ou que está sendo planejada.
Ao contrário do que muitos pensam, avaliar não é uma tarefa fácil. É de nosso costume considerar a avaliação como uma forma de classificação, que julga ou qualifica uma dada situação ou comportamento. Assim como a nota é tratada, muitas vezes, como um conceito, que se refere a tudo o que o aluno fez ou deixou de fazer em um tempo determinado.
A nota pode ser vista, ao contrário do que pensamos, como um indicador, sugerindo várias coisas, desde questões não bem formuladas pelo professor, ao aluno que não possui um bom desempenho quando está sob a pressão da avaliação. Afinal, muitos não conseguem realizar a prova corretamente, devido ao nervosismo, decorrentes das idéias negativas que possuem sobre avaliação.
Por isso é mais do que importante rever o conceito e a forma de avaliação na escola. Tanto na visão docente quanto discente. Avaliar não deve ser para o professor uma “arma” para punir maus comportamentos de alunos, e sim, uma forma de ajudá-los a compreender melhor conteúdos que não foram tão bem assimilados por eles, possibilitando que este seja melhorado quanto à prática docente que está sendo desenvolvida.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Brincar é essencial para s criança em idade pré-escolar!


A brincadeira se faz presente na escola nas mais variadas situações.
os jogos podem ser introduzidos como um recurso didático importante na pré-escola.
Para Piaget, a brincadeira infantil é uma assimilação quase pura do REAL AO EU, não tendo nenhuma finalidade adaptativa. A criança não consegue satisfazer todas as suas NECESSIDADES AFETIVAS E INTELECTUAIS nesse processo de adaptação ao mundo do adulto.
A criança brinca porque é indispensavel ao seu equilíbrio afetivo e intelectual.
Na brincadeira do faz-de-conta as crianças criam símbolos lúdicos que funciona como uma espécie de linguagem.
As relações sociais com o mundo adulto, na concepção de Vygotsky, a idade pré-escolar, ocorrem algumas modificações no desenvolvimento da criança.
A brincadeira é coisa séria pois traz marcas da experiência social das crianças, das vivências e do conhecimento da realidade.
"É um brinquedo que a criança aprende a agir numa esfera cognitiva ao invés de uma esfera visual externa"(Vygotsky)
Vê a brincadeira infantil como um recurso que possibilita a transição entre o significado e o objeto concreto.
ex.: Cavalo- opera utilizando um objeto como o cabo de vassoura
- ação de montar ou cavalgar.
O jogo símbolico relaciona-se ao aparecimento da capacidade de representar eventos e objetos.
Para Piaget, a função simbólica só progride com o desenvolvimento da própria inteligência.
Na idade da pré-escola, a criança age de acordo com o meio, os objetos e situações concretas.
A brincadeira cria uma ZONA DE DESENVOLVIMENTO PROXIMAL. Segundo LEONTIEV, 1988: "No brinquedo, a criança sempre se comporta além de seu comportamento diário, no brinquedo é como se ela fosse maior do que é na realidade".
A brincadeira é a atividade em conexão com a qual ocorrem as mais importantes mudanças no DESENVOLVIMENTO PSÍQUICO DA CRIANÇA.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

O papel político do professor


O magistério enquanto atividade que se realiza objetivamente é político porque se insere diretamente na luta pela socialização da cultura. É é politizante porque no exercício pratico do magistério, os professores se formam politicamente descobrindo a exigência de se atingir níveis de organização capazes de articular o conjunto da categoria dos professores com interesses das camadas trabalhadoras.
Educar é uma ação política. Muita gente não percebe a dimensão política do trabalho pedagógico. O professor deve ter consciência de que é o importante instrumento de transformação social. A tarefa da escola é promover a cidadania. A sala de aula deve ser um espaço de debate de idéias, um ambiente em que se forma e se desperte a consciência critico - reflexivo dos alunos que se tornarão os cidadãos de hoje e do amanhã, aptos a participarem da vida social, política, econômica e cultural do país.
é, preciso no entanto, definir bem o papel político do professor em sala de aula. Há uma diferença a ser observada entre “politizar” e “partidarizar”. A política a ser exercitada é no sentido amplo de cuidar da vida coletiva e da sociedade, levar o aluno à pratica da reflexão, da analise, da critica.
Quando delegamos aos professores a responsabilidade de colaborar na construção da personalidade dos nossos filhos, esperamos que eles tenham o perfeito entendimento de sua nobre missão, exercendo o seu papel com ética, absolutamente comprometido com a sua função de formar cidadãos críticos e atuantes na nossa sociedade. Queremos que nossos filhos sejam estimulados a “pensar” e não que os professores pensem por eles.
Nas palavras de Gadotti “precisam reconhecer de que o saber traz consigo sua própria superação”, ou seja, nunca estamos emersos em uma política ou entendimento político que não possa ser superado ou mesmo, que esteja emerso em um processo de transformação.
Além disso, o professor deve despertar em seus alunos a critica, para que esses possam refletir por si próprios.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Minha experiência em escola da rede pública!





O estágio é um trabalho que se resume na prática e em vivências de experiências, visando o crescimento profissional e pessoal do indivíduo.
Nessa perspectiva, tive a oportunidade de conhecer, durante um mês, uma nova realidade: Escola Municipal Maria Lúcia.
Acostumada com o ambiente do CENSA, logo no primeiro dia compreendi que a tarefa não seria fácil pois conheci uma turma de alunos heterogenia, apresentando crianças agressivas, amedrontadas.
De início apresentei certa resistência para aceitar a oportunidade porém com o passar do tempo compreendi que a dura e cruel realidade em que os discentes se inserem contribui para a formação de uma turma tão desajustada.
Problemas financeiros, a falta dos pais em casa, falta de diálogo, falta de carinho, agressividade são fatores que protagonizam os problemas de carência infantil.
Sabemos que os problemas são muitos e de difícil mas não impossível solução. Conduto a realidade se mostra algo intolerante à mudança já que não depende diretamente de nós professores, auxiliares ou qualquer outro membro do grupo escolar. Depende de vários fatores sociais, financeiros, culturais, afetivos.
Desse modo, acabar com o problema não significa uma direta melhoria na vida da criança, mas devemos fazer nossa parte.
Quanto às questões afetivas, podemos citar a agressividade que nada mais é que “ações-espelho” pois refletem o cotidiano familiar dos pequenos, pude perceber que os alunos mais agressivos são também os mais carinhosos, são eles aqueles que dão mais valor aos pequenos gestos de carinho.
Outro traço afetivo percebido pela minha pessoa era a influência exercida por alguns poucos alunos apesar de se manifestarem através de bagunças em momentos indevidos, percebi características de formação de liderança.
Já as atividades conceituais seguem um ritmo diferente do sistema apresentado no Auxiliadora. Havia uma atenção direcionada individual. A professora realizada com cada atividade apresentada, primeiramente no quadro de giz com a interação deles, em seguida andava pela sala para ver o desenvolvimento de cada um. Alguns realizavam a auto produção em suas atividades, outros precisavam de uma atenção especial.
Já que se encontravam no 3°período, trabalhavam conteúdos como: interpretação de imagens, seqüência cronológica, antecessor e sucessor, construção e escrita de palavras, entre outros.
A sala de aula possuía mural com o tema apresentado naquele mês, tinha as letras do alfabeto, representações numéricas utilizando matérias concretos.
Acredito que os momentos de diversão e brincadeiras poderiam ser mais valorizados, pois faltava um momento como este.
De acordo com o livro ‘Psicologia na Educação’ pág. 36, “o organismo e o meio exercem uma ação recíproca, da qual uma influência o outro. Essa interação acarreta mudanças sobre o individuo. Então, é na interação da criança com o mundo físico e social que as características vão sendo conhecidas. Para cada criança, a construção do conhecimento exige uma ação sobre o mundo”.
Esse período de estágio me fez perceber que a educação não exige muito mais conhecimento do professor, exige dedicação e amor, pois no ensino público que atende a maioria da população brasileira, ainda apresenta algumas falhas que precisa urgentemente de reparo.
Afinal, são de escolas como o E.M. Maria Lúcia que sairão os futuros cidadãos brasileiros. Queiramos ou não, boa parte de formar esses seres humanos estão em nossas mãos.

Larissa Azevedo

Mês de Maio



Maio é mês de Maria, nossa Senhora Auxiliadora. E o mês das mães. O mês mais bonito do ano para todos que lá estudam. Tudo se volta para os preparativos da novena e principalmente da Grande Festa. Não poderia ser diferente com as crianças que ensaiam músicas e aprendem mais sobre o assunto através das acolhidas, nas quais são ensaiadas as músicas, e nas tarefas em sala de aula.
é uma emoção sem igual poder participar da Grande Festa, da novena e dos ensaios por ser o nosso ultimo ano, com as crianças, como alunos.
Ano que vem, seremos educadoras formadas e a responsabilidade é ainda maior. Maio é um mês de reflexão, de amor.
A festa para homenagear as mães foi linda, depois de muito ensaio tudo correu bem e as mães ficaram muito emocionadas com seus filhos. Foi uma linda homenagem !

Larissa e Lívia

terça-feira, 12 de agosto de 2008


Com a epidemia de Dengue cada vez maior, as professoras juntamente com as crianças resolveram fazer um projeto sobre o tema, que serviria para ensinar meios para acabar com o mosquito, causador da Dengue.
Através do projeto, as crianças constroem o conceito através de pesquisas, entrevistas, visitas e entre outras atividades. A participação das crianças foi da melhor maneira. Todas se mostravam interessadas em aprender mais, por meio das pesquisas que faziam em casa e dos vídeos mostrados.
Também houve a palestra da equipe da CCZ, ensinando como evitar o mosquito, através de histórias em quadrinhos e slides que despertavam cada vez mais o interesse das crianças no assunto. É importante as crianças saberem mais sobre a epidemia, pois assim, ensinam aos pais, em casa, no condomínio, formando assim um ciclo contra a dengue.



Larissa e Lívia